sábado, 1 de setembro de 2018

Am I an Incredible Woman?

I'm an incredible woman.
I'm strong, I work hard, I'm always there for the people I love
I do my best
I wake up 6 in the morning just to fall in love with life, with the people i know
I love with all my heart, I help and I'm kind
my heart is filled with love and good intentions
my heart smiles when people smile
I think people are beautiful
I study my head off, I'm a studant, I try my best not to disappoint my teachers
and
i think
I'm an incredible woman

I lie down almost midnight
Thinkin that I'm destined to something big
i feel it with all my bones

that's what my head tells me
am i wrong?
Because people tell me different

When I really look around, there's people telling me I'm wrong.
when i realize, i'm doing something that i obviously should'nt
I'm not giving my best, even if it's my intention
When I realize, people think I'm not the best, that I should do better.

but i think i deserve more then this
at the same time,
i'm frightened that people may be right about me.

who's right?
me or them

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Nós machucamos

A gente erra.
O tempo todo a gente erra.

A gente descobre durante a vida que somos todos egoístas.
Nós nos sentimos triunfantes quando alguém gosta da gente, somos demais. Secretamente é ótimo ver a tristeza do outro só para nos firmar. Encher nosso ego, sabe?
Aquela pessoa só quer nos dar amor, e a gente a enche de tristezas, às vezes sem pensar, porque aquilo que não sentimos não é tão importante.

Somos tão egoístas.
A gente erra com quem nao deveria e acerta com quem não merece.
Eu aprendi na vida o quanto é importante o sentimento das pessoas, ainda mais se estão relacionados à nós.
Eu queria não machucar tanto quanto eu machuquei.
Eu queria não ter me machucado tanto por distribuir sentimento à quem o rejeitou.

Eu nunca mais quero cometer esse erro.
Eu quero proporcionar felicidade às pessoas. Nada mais que isso.
Eu tenho tanta coisa boa em mim, tanto sentimento bom, eu quero distribuí-lo por onde quer que eu passe.

Eu sinto muito.

Eu lembro de momentos que eu queria poder apagar.

A gente da importância a tanta coisa supérflua, a quantidade de pessoas que te conhecem, à quantos amigos tem, à quantas pessoas curtiram suas fotos.
Tanta besteira.
Eu não me importo mais com isso.
Eu quero felicidade na vida das pessoas que me rodeiam.

Eu amo.
Eu sou de câncer.
Eu sinto.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

I'm a free soul

I'm a free soul.

There's nothing worst than feeling I'm locked in a cage.

I'm a free soul.
Music runs through my veins.
I have almost forgot
Music is what makes life worth living.
The rhythm , the sad melodies
Makes me euphoric
Makes me feel free

I'm a free soul.
Always will be.
I'm a free soul
Don't take me for granted.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O adulto que relatou ter perdido o pai quando criança

14 de Agosto de 2017.
Pós dia dos pais.

Nunca fui de ser emotiva nesse feriado.
Quando criança, por um breve periodo de tempo comemorei o dia dos pais com o meu pai. Logo, comemorei o dia dos pais com o meu avô, e, tão pequena e ingênua eu era, nunca tive muita consciência do que era não ter pai, porque aquela sempre foi a minha realidade... Não ter pai, para mim, se fez normal. Não ter pai, para mim, era entregar o presente da escola para o meu vô, simples, não me fez nenhum mal. O primeiro dia dos pais que passei sem pai, foi a tanto tempo atrás, que não me lembro como foi, nem como me senti. Hoje imagino que as professoras da escola sofriam por mim muito mais do que eu mesma. Essa é a realidade que vocês não conhecem sobre ser orfão quando muito criança: A gente nem sabe que é. A gente não sabe de nada.
A minha mãe supriu toda a minha necessidade paterna, nunca faltou carinho, amor e educação. Talvez a realidade de outrem seja diferente.

Somente a alguns anos atrás foi que comecei a ter contato com outras casas, famílias e pessoas. Passei mais tempo com amigos e amigas e comecei a perceber tudo o que eu não tinha.
Apesar disso, sou grata por todos os eventos da minha vida e tudo que me trouxe até aqui, ser uma filha sem pai incluso.

Não digo que hoje eu invejo meus amigos por terem pais, mas sinto um enorme vazio quando percebo que a experiência que eles vivem, eu não conheci nessa vida. É algo que faltou, sabe? Algo que foi arrancado de mim. Algo que sinto curiosidade de saber como é, embora eu saiba que, no meu caso, eu dificilmente teria uma boa relação com meu pai como eles têm. Hoje eu sinto mais do que sentia anteriormente. Hoje, que eu conheço a vida, eu queria ter sido permitida ter o que não tive. Hoje.
Ontem.
Amanhã.
Todos os dias.

Não sinta tanta dor no coração de ver a criança sem pai. Sinta dor no coração de ver o adulto que relatou ter perdido o pai quando criança.
Não exponha pra criança o quão triste ela deve ser por não ter pai, ela provavelmente ainda não sabe, pra quê apontar? Deixa ela ser criança e não saber de nada. Deixa ela ser feliz. Ela vai entender quando crescer.

Ela vai saber sozinha.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Inside my head

Bom dia!
Hoje, dia 11 de agosto de 2017, acordei e comi pão com manteiga e geléia diet, leite com adoçante e alguns cookies integrais.
Saudável? Não muito.
Comi bem, e gostei muito de comer, mas já com o intuito único de conseguir passar o resto do dia sem comer mais quase nada.
Passo meus dias inteiros no trabalho. Eu e meu namorado trabalhamos duro, doze horas por dia. Recentemente abrimos uma loja estilo quiosque no shopping, trabalhamos com açaí, cupuaçu e 29 opções de acompanhamento. Não temos funcionários por enquanto, aqui no shopping temos muitas contas e pouca freguesia para colocar alguém trabalhando, por isso estou aqui, dia pós dia, comendo pouco, na segunda semana após inaugurar o quiosque para fazer o nome da empresa. Açaí Bay.
Durante os últimos dois anos, engordei 10 kg, trabalhar com açaí não me ajudou nem um pouco a perde-los, comi açaí praticamente todos os dias durante os últimos 9 meses, embora não tenha ganhado muito mais peso além daqueles que ganhara anteriormente. Presumo que meu peso habitual seja esse em que estou, 60 a 63 kg, mas pra quem já pegou 51 kg, isso não é nada agradável.
Vivo nesse mesmo sistema e sociedade do qual todos nós estamos fadados. A magreza é invejada, endeusada, causa doença, é mortal.
Sei que vivo na base de tudo isso.
Já passei dias sem comer direito.
Já fiz dieta cetônica, onde minha rotina era acordar o mais tarde possível, tomar café com leite desnadato misturado com água e adoçante pare reduzir as calorias, e minha única refeição de verdade era uma carne de hambúrguer, tomate e alface, pontualmente as 17:00h, antes de ir para a faculdade, onde eu seria obrigada a sentir fome até o final da aula, às 23:00.
Já tive episódios compulsivos e tentei purgar através de vômitos, falhei, mas através de laxantes, com êxito.
Exercícios excessivos com sucesso.
Alimentação restrita e muito regrada, também com sucesso.
Saúde mental? Péssima.
-Dias de pizza em que eu me tranquei no quarto para chorar.
-Batata frita sobre a mesa que eu não queria comer me causavam um mal humor danado.
-Pressão baixa, tonturas e visão turva ao levantar rápido demais...
Todos os itens: ✔.

Hoje não vivo mais dessa forma, mas o que falta pra eu desencadear episódios como esse novamente?
Três quilos a mais?
Uma calça que já está apertada?
Não entrar no jeans 38?
Um filme na netflix lançado no dia do meu aniversário? 14 de julho.
Se um filme desses é capaz de mexer com a mente de quem já passou por distúrbios alimentares, o que 13 reasons why causa nas pessoas suicidas?

Quão tênue é a linha que divide a saúde mental de um colapso nervoso?

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Let's talk about inspiration

 Regra número 1 de qualquer escritor: Introduzir um texto de forma envolvente para o leitor.
Por infortúnio, eu nunca fui e nunca serei escritora.

Mas, como é chamado aquela pessoa que, vez ou outra, sente um impulso descontrolado de, de alguma forma, por no papel tudo que lhe incomoda sobre os acontecimentos que lhe acercam? Sobre as experiências que vive e a visão que adquiriu da vida?
Aliás, sim. No papel.
Sem tecnologia. Sem celulares, sem computadores, sem incitações de redes sociais. Nada disso. Apenas papel e caneta. Caneta no papel. Nada mais. 
Essa sou eu.

Sempre fui inspirada por experiências, músicas, amores, ganhos e perdas. Inspirada por detalhes que me acompanharam durante toda a vida e, um dia, eu o percebi de forma diferente.
Como quando você está ciente dos calos nas mãos dos avós, nos calos nos pés das mães que caminharam um longo percurso para conquistar tudo que possuem hoje, e quando você procura na sua mão lisa e macia os seus calos, você encontra um único calo localizado na ponta do dedo médio, causado pelo trabalho árduo e incessante de, dia pós dia, ano pós ano, ter segurado uma caneta. Você segurou uma caneta durante toda a sua vida.
Educação excessiva para a geração mais mal educada de todos os tempos.

De ter o privilégio da aprendizagem e conhecimento e desperdiçá-lo com um egocentrismo cômico. Que não dá importância para o significado das palavras. Nem ao menos conhecem o significado delas, não porque não tiveram oportunidade de aprender, mas porque não se importaram. Geração que prega e exige fidelidade, se diz fiel ao parceiro, mas desrespeita pai e mãe e não sabe que fidelidade faz parte de todas as relações humanas: Profissional, amistosa, afetiva, auto-pessoal... Que distribui juras de amor sem saber amar, sem compaixão com quem chama de amigo. - If you do harm, you don't know love to it's fullest.

Eu passei por diversas experiências que me fizeram o que sou.
Veja, depois da minha primeira desilusão amorosa, eu absorvi um punhado de energias negativas que me fizeram afundar e afogar em tristezas cada vez mais profundas. Eu sufocava. Eu me convencia de que EU era o problema. Que se alguém não me amava era minha culpa, porque eu não era o suficiente. Não era magra o suficiente, bonita o suficiente, inteligente o suficiente. E o mais engraçado: Eu não me sentia suficiente para pessoas que também não eram e nunca foram.
Até que, um dia, eu li em algum site algo que dizia que as coisas mudariam quando eu começasse a emitir a minha própria frequência, ao invés de absorver as frequências em torno de mim (que no caso eram todas negativas). Quando eu passasse a deixar minha marca no universo, ao invés de receber uma marca da existência. 
Então, eu o fiz.

Naquela época eu não conseguia entender exatamente como eu poderia emitir minha essência da forma como eu entendo agora, mas mesmo sem entender, aquela frase agravou-se profundamente na minha alma. Em vez de apenas receber inspirações, eu passei a inspirar. Coloquei para fora todas as minhas vontades e minha personalidade. Aquela personalidade apaixonada e feminina, embora machucada e quebrada em pedaços. Maluca. Por vezes sombria. 
Minhas roupas eram pretas mas meu cabelo era colorido. Minha maquiagem era pesada mas minhas unhas eram rosa bebê. 
De repente, eu juntei o sombrio ao jovial: Um pentagrama pendurado no pescoço e um olho colorido e terno. De repente, tudo aquilo que me fez criança - Sereias e bonecas barbies - eram a maneira como me apelidavam. De repente, Aquelas maquiagens de formas diferentes estavam sendo reproduzidas em rostos de outras meninas que achavam legal. De repente, aquele nickname (psychondriac) que une duas doenças que eu posso ter experienciado, estava sendo reescrito de forma diferente por pessoas que nem sabiam seu significado. De repente, tudo que eu sempre quis ser, era exatamente o que eu estava me tornando - Magra.

E foi dessa forma, emitindo minha essência, transmitindo minha frequência, influenciando e inspirando, que, de repente, eu percebi que eu nunca fui o problema. 
Que eu amei da forma mais pura que eu pude, e, que, se não fui retribuída, isso contribuiu para tudo que sou agora: Capaz. Capaz de ser quem, o que e como eu quiser. 
Que eu batalho para ser o melhor que posso e que eu mereço o melhor. 
Que meu calo no dedo pode me levar para onde eu quiser. 
Que meus conhecimentos e meu português rico na ortografia e vocabulário não é para o bico de qualquer zé-mané. 
Que, uma menina como eu, que lê em português e inglês, escreve também, que toca, que canta o inglês fluente, que estuda, conhece, descobre seus limites e barreiras, suas dificuldades e facilidades, seus defeitos e qualidades, que ama, se entrega, se doa por inteiro nas amizades que faz, não merece nada que seja menos. 
Eu já não aceito menos.